A morte é a única certeza que temos. Apesar de que, em alguns casos ela é antecipada pelo uso excessivo de drogas. Recentemente, o mundo reviveu uma cena. A morte de Amy Winehouse. A cantora, segundo a imprensa mundial foi vítima de overdose e aos 27 anos se despediu dos fãs.
Mas diariamente é comum Amys perderem as vidas tão precocemente, por causa de drogas que estão cada vez mais fáceis de adquirir. Encontrá-las é possível, em escolas, ruas, baladas e se não for em busca, elas vêm bater na porta dos jovens do mundo inteiro.
O uso de entorpecentes não é o único agravante que envolve jovens de várias classes sociais, mas também o envolvimento com o tráfico de drogas.
A polícia, não dá conta de uma organização que ganha força e poder, até mesmo por contar com apoio de “poderosos” de vários setores e que tem dinheiro de sobra para financiar o tráfico em território nacional.
Mas o que fazer para conter mortes precoces de jovens viciados? Não há, se o governo não parar de fazer biquinho em tomar atitudes drásticas contra o narcotráfico. Porém, isso parece estar longe de acontecer. A única vez que o governo arregaçou as mangas foi quando o exército tomou favelas no Rio de Janeiro. No entanto, a massa de manobra eleitoreira parou por ali. As forças armadas não estiveram diretamente em ações contra o crime organizado no Brasil.
Enquanto isso, mães de Amys nada famosas continuam chorando a perda dos filhos para um fantasma que assola principalmente os jovens perdidos e fantasiados pelo mundo das drogas.
Será que estamos fazendo nossa parte ou ficamos indignados apenas quando vemos tanta gente famosa morrer por causa da brincadeira de bandido que está se misturando as diversões das crianças? Pense nisso...